sobre 

NowHere é uma iniciativa experimental para pesquisas, trocas, reflexões e práticas em arte contemporânea coordenado pela curadora Cristiana Tejo e a artista Marilá Dardot. Desde 2018 esta iniciativa tem promovido acompanhamento crítico para artistas com foco em discussões de estratégias conceituais e expressivas das propostas artísticas dxs participantes.

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Cristiana Tejo e Marilá Dardot

Cristiana Tejo Cristiana Tejo atua na curadoria há quase 20 anos. Foi curadora de Artes Visuais e de Programas Públicos da Fundação Joaquim Nabuco (2002-2006/2009-2011) e Diretora do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, instituições públicas situadas no Recife e de importância nacional nos anos 2000. Neste
período esteve envolvida em projetos de formação e de profissionalização de artistas e curadores, a exemplo dos projetos Panorama do Pensamento Emergente (2008- ongoing), e Projeto Novos Curadores (Expomus e Santander Cultural, 2010). Desde 2012 é curadora independente e desenvolve projetos de residências artísticas e curatoriais (Espaço Fonte, Recife, 2012-2015, e Residência Belojardim, Agreste de Pernambuco, 2016-ongoing) e pesquisas de longo termo sobre os artistas Paulo Bruscky e Daniel Santiago. Foi advisor das exposições Resistance Performed – Aesthetic strategies under repressive regimes in Latin America curada por Heike Munder (Migros Museum, Zurique, 2015) e Condemned to be modern curada por Clara Kim ( Los Angeles Municipal Gallery, Estados Unidos, 2017). Sua tese de doutorado teceu uma análise sociológica sobre o início da curadoria contemporânea no Brasil: A gênese do campo da curadoria de arte no Brasil: Aracy Amaral, Frederico Morais e Walter Zanini (tese defendida em agosto de 2017 no Programa de Sociologia da Universidade Federal de Pernambuco). Publicou e
organizou ainda as seguintes publicações sobre o assunto: “Não se nasce curador, torna-se curador” (Sobre o Ofício do Curador, Alexandre Dias Ramos (org.), Editora Zouk, 2010), Panorama do Pensamento Emergente (Editora Zouk, 2011), Salto no Escuro: Curadoria de Arte como experimento (Zolu edições, 2011) e Curadoria em Cinco Dimensões (Museu da Gente Sergipana, 2017). Vive e trabalha em Lisboa.

Marilá Dardot (Belo Horizonte, 1973) é Mestre em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2003). Trabalha com diversos meios, como vídeos, fotografias, gravuras, esculturas, pinturas, ações, instalações e site-specifics, sendo a linguagem e a literatura suas fontes de inspiração constante. Alguns de seus projetos propõem participação do público e colaborações com outros artistas. Suas últimas exposições individuais incluem: Lisbon blues (nanogaleria, Lisboa, 2018), Bienvenidos (Arredondo\Arrozarena, Cidade do México, 2017), Interdito (Galeria Filomena Soares, Lisboa, 2017), Guerra do Tempo (Chácara Lane, São Paulo, 2016) e Diário (Sesc Palladium, Belo Horizonte, 2015). Participou de várias bienais e exposições coletivas, incluindo XV Bienal de Cuenca (Cuenca, 2020), Anozero'19 Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra (Coimbra, 2019), XIII Bienal de la Habana (Matanzas, 2019), 21ª Bienal de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil (São Paulo, 2019), El animal herido (Museu Experimental el Eco, Cidade do México, 2019), Tensão e conflito (MAAT, Lisboa, 2017), Poética cotidiana (Seattle Art Museum, Seattle, 2018), 27ª e 29ª Bienal de São Paulo (2006 e 2010). Dardot criou projetos ao ar livre para Montalvo Arts Center (EUA), Inhotim, (Brasil) e The Wanås Foundation (Suécia).

Residências: Lucas Artists Residency Program (EUA, 2018), Galerias Municipais / EGEAC, Capital Ibero-Americana da Cultura 2017, (Portugal, 2017), Casa Wabi (Mexico, 2015), Krizinger Projekte (Austria, 2014). Prêmios: 1o Prêmio Ibram de Arte Contemporânea (2004), 5o Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia e Prêmio CNI SESI Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas (2004), Bolsa Pampulha (2003), Prêmio da Mostra Rio Arte Contemporânea 1 (2002). Tem obras em diversas coleções, entre elas: Inhotim, Coleção Gilberto Chateuabriand, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Museu de Arte da Pampulha e Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, Colecção Madeira Corporate Services Drawing Collection, The Sayago & Pardon Collection em Los Angeles e Fundación Otazu. Vive e trabalha na Cidade do México.